Natal normal

natal
mas não para Juvenal,,,
não tá legal!!!
longe de casa
da família
o sino lhe faz mal…
quer comer perú…
não tem tá zerado…
toma uma pinga
com Zé Zerardo!
depois dorme ao lado
do cão sarnento
que lamento !!! até engraçado !!!

(Joseph Kamargo.)

HOJE É NATAL (Letra de Música)

Os sinos já batem
Soando um suave amém,
E a comunidade do samba
Festeja alegre também.

Um bom Natal pra você,
Prosperidade, União.
Que a bondade dos anjos
Alegre o seu coração.
Viemos lhe desejar
Dias de bênçãos e luz,
Pois hoje é dada a chegada
Do nosso Menino Jesus.

É Natal, festejar!
O início de uma mudança,
Uma bonança anunciar.

Que o amor divino
Mude o pensamento mal,
E o mundo se torne
Um grande esplendor.

Somos filhos de Deus,
Filhos do criador.
Renasce a esperança
Com a vinda do Salvador.

*Andiara Freitas/Edmundo de Souza/Cartolinha

ESPERA (Letra de Música)

Queria que entendesses
Que o que sinto por você,
Nem eu mesmo compreendo.
Estou confuso, podes crer!

Queria ter certeza
Do que realmente quero,
Pra poder me decidir,
Não mentir e ser sincero.

É que está muito difícil,
Foi muito tempo só,
Longe de você
Que me abandonou,
Me desprezou, me fez sofrer,.

Espero compreensão,
Espero paciência,
Mas tenho consciência,
Me esperas se quiser.

Poesia Natalina

Pai nosso que estás no céu
Encontro em ti meu refugio
Venha a nós a tua Gloria
Na paz de Cristo Jesus,
Envia teus anjos—Senhor
Atenda a esse clamor
Sara esta terra ferida !
Como uma colmeia gigante
De abelhas que pairam voantes
A procura de um novo jardim
Para seu mel extrair,
Assim somos nós, oh Senhor !
As abelhas que servem a ti;
O mel extraído das flores
São tuas doces palavras,
Que jorram da seiva da vida
Como a água da fonte escorrida
Ao caule que é nossa alma.
Tu és o Senhor na terra,
No céu, e em todo o universo,
Oremos a ti Senhor
Na Santíssima Trindade,
Em nome do Pai, do filho,
Do Espírito Santo também,
Que neste Natal todos oram,
E todos digam; Amém.

— Joaquim Gomes Alves

EU, VERBO

Um dia
Pensei ser sujeito a amar,
Mas descobri que meu sonhar
Não passava de fábula,
Imaginação!
E eu, verbo querer,
Querendo a qualquer preço amar,
Não medi esforços
Para tentar mostrar
Todo o sentimento
Contido e reprimido por mim,
Dentro do peito.
E eu, agora verbo sofrer,
Descobri que meu querer,
Era apenas meu.
Não fui querido,
Nem desejado,
E perante tal descoberta,
Senti que era folha caída,
A vagar sem rumo, incerta,
Até onde o vento quiser levar!