Poesias Online, 
Olá visitante, participe do site.
Página Principal
Acesse sua Conta!
Cadastre-se
Envie sua Poesia
Poesias mais lidas
Últimas inseridas
Poesias mais votadas
Fale Conosco

Agradecimento
Amizade
Amor
Aniversário
Ano Novo
Depressivas
Desculpas
Dia das Mães
Dia dos Namorados
Dia dos Pais
Eróticas
Espíritas
Evangélicas
Felicidade
Infantis
Natal
Natureza
Paixão
Patrióticas
Paz
Pessoas
Reflexões
Regionais
Saudade
Significado de Sonhos
Significado dos Nomes
Site de Mensagens
Piadas
Horóscopo
 
 
 
Web Poesias Online
 

Entre velhos ciprestes...

Data Postagem 11/09/2009, Autoria: AjAraujo - poeta humanista

Entre velhos ciprestes
ao cair da tarde de inverno
paro a observar os pássaros
que em seus galhos fazem seu abrigo...

Lá, ao longe, o sol já prestes
a recolher-se após longa jornada de luz
e outros astros retornam aos seus lares
cansados após mais um dia de trabalho...

Mas a centenária árvore que já se curva
ao peso dos anos, na suave brisa
respira o momento da mudança,
a nascente ou crepúsculo, lá se fará presente...

Nas composições, os espaços são ínfimos,
mas os corpos se acomodam,
na ampulheta que lentamente vai caindo,
no cíclico movimento, nascer e morrer a cada dia...

Se o astro–rei tem luz e calor a nos aquecer,
tem a árvore sombra, guarita e amparo,
e na noite respira para oferecer o ar puro da manhã
sol e lua, luz e penumbra, trabalho e descanso,
vida e morte, dialética vital...

Seres humanos andam como formigas, quisera fossem
não vivem, simplesmente sobrevivem, submetem-se
a uma cruel rotina, nova forma de escravização
onde o fazer coletivo do trabalho, não é repartido...

Árvore e abrigo, pássaros e liberdade
sol e luz, lua e sono, homem e trabalho,
cada qual tem seu papel no universo,
nos elos da corrente da existência...

Se ao cipreste é dada a nobre tarefa
de acolher aves em migração.
Ao homem é dado conhecer os mistérios do viver e
Ao sol o de manter com sua irradiação
os planetas e suas luas...

A mãe natureza, por sábia mão Divina conjuga
os elementos vitais – terra, água, fogo e ar
aos seres viventes.
de modo a que se integrem cada um em sua essência,
em sua diversidade e originalidade...

Epílogo do verso, o sol se deita sob as nuvens carmim,
o cipreste se enverga como a fazer reverência
ao astro – rei.
os pássaros ensaiam seu canto de recolhimento
e o poeta, em um mundo de metas, acende a luz e
acorda de suas divagações...

AjAraújo, divagações ao final de uma tarde de inverno, sobre o ciclo da vida e o lugar do humano, escrito em 17/7/2001.


Dê sua nota!

loading
 

Poesias relacionados a Entre velhos ciprestes...

 

    Comentários para “Entre velhos ciprestes...”








 confirmacao

* Todos os campos são obrigatórios

loading

 

              Copyright 2008 | Poesias Online.com | Todos os direitos reservados