Frios Espinhos
Data Postagem 04/12/2011, Autoria: Victor MedeirosÉ frio, frio o dizer
Gélido ficou meu ser
Teu poema irá fazer
Minha alma enegrecer
Muito dói-me o açoite
Das palavras dolorosas
Que a dedo noutra noite
Serviram de mau das rosas
Sei de tuas autorias
Tua amarga indiferença
Qualquer coisa tu darias
Para matar-me com prazer
Meu Deus, oh senhorita
Como é frio, frio teu dizer ...





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