Desígno
Data Postagem 06/11/2011, Autoria: roseNão diga a descrença.
Que a fraqueza é a defesa.
Na magnitude do efeito.
Há conseqüência da vitoria.
Evolução interior na ação.
Combate impulsividade.
Paradoxo? Enxergar o invisível?
Pontos avistados têm sentidos.
Rigor de a existência aprofundar.
Projeto traçado marcado.
Missão ou contra mão.





Comentários para “Desígno”
Por Marlene em 27/01/2012
DAS DORES Dor. "Afastai de mim este cálice de vinho tinto de sangue!" Amparai meus delirantes anseios para que não reprisem algures no vão lamento... Pousa em mim como analgésico para quando, no fim, uma via permanente De gozos faça se primor vigiado por sábio reconhecimento E, sob a licença de uma delicada cadeia membranosa do córtex humano, Alumia conhecimentos... Pois, que, nem dor, sequer nefasta peste mundana, ruidosa Visualizarão quaisquer gemidos lançados no breu. Frustrai, portanto, o posposto cambalear de ébrio errante, assombrosa, E os tais gemidos cálidos com devido esvaecimento seu... Me fora, estes, os que outrora optaram por embalar funesta e cinicamente Algum macabro sofrimento, desígnio ateu... Por ora, choro derradeiro, muito embora figure nele meros desvelos caídos Prostrados no esquecimento... E ainda que imperceptíveis indeléveis marcas, cicatrizes, mostram tal qual estandarte das espadas Que o passado recente, doeu. Sigo, porém, eu sigo. Vislumbro luzes, as do dia enquanto sutis aromas noturnos lembram- me: eu vivo. Vivo! Marlene Kremer