Clandestino
Data Postagem 26/05/2009, Autoria: Pedro Aldair da Silva MenezesNão me desaponte em teu amor
porque não saberei dizer ao meu coração
o motivo que me levou ao teu
Não me deixe sem argumento.
Não me queiras sem lamento
Quem te feriu a ferro, não fui eu
E, se me entrego clandestina paixão,
Tenha certeza, não serei um desertor!
Saibas que chego a teu porto
E faço isso como marinheiro
Faço isso como quem navega em sais,
Então preciso do teu corpo inteiro
para meu coração não ficar a deriva
preciso atracar no teu cais.





Comentários para “Clandestino”
Por Pedro em 07/10/2009
Para conhecer outras poesias do mesmo autor acesse: http://clubedeautores.com.br/backstage/my_books/publishedPor Célia em 26/05/2009
É vdd nao podemos jugar um novo amor pelo o amor do passado q te feriu