Aceitas?
Data Postagem 13/07/2011, Autoria: Victor MedeirosNaquele clarão achei teu caderno
Toda dor que poetiza os escombros
Chorou Torrentes sem peso nos ombros
E escreveu a mão sem amor fraterno
Caminhou em solidão rumo ao escuro
Ergue-te. Tamanha traição é injusta
Desafiou o peso do mundo que assusta
Sofreu sem paz coração imaturo
No último degrau perante ao abismo
Encontrou a luz da superfície
Superou do malfeitor o egoísmo
Vem viver de novo. Eu te convido
Mostra-me um mundo que já conheço
Troco inocência por o mal vivido.





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